sexta-feira, 26 de maio de 2017


DIANTE DA PAZ

Nunca é demais afirmar que a paz começa em nós e por nós. Os pacificadores, porém, são aqueles que aceitam em si o fogo das dissensões, de modo a extingui-lo com os recursos da própria alma, doando tranqüilidade a todos aqueles que lhes compartilham a marcha. Quanto puderes, distribui o alimento da concórdia, reconhecendo que a bênção da paz é desdobramento do pão de cada dia. Emissários do Bem, domiciliados na Vida Maior, desenvolvem empreendimentos de paz em todas as direções no mundo, mas precisam de cooperadores fiéis que lhes interpretem a obra benemérita, ao lado das criaturas. Se aderiste a essa campanha bendita, auxilia-os em bases de entendimento e serviço.
Onde a palavra seja convocada ao socorro fraterno, fala auxiliando e, se o mal aparece por desequilíbrio de forças, conturbando situações, corrige o mal com amor, limitando-lhe a influência ou curando-lhe as feridas. Se agressões repontam à frente, considera que as enfermidades ocultas atacam em todos os lugares e ampara a vítimas de semelhantes arrastamentos, na certeza de que a tolerância, agindo construtivamente, é a terapêutica que nos presume a todos contra os assaltos da violência. Se a injúria escarnece, capacita-te de que a crueldade é sinônimo de alienação mental e usa o perdão por exaustor das trevas que invadem o raciocínio daqueles que se perdem nos labirintos da delinqüência. Faze silêncio onde o silêncio consiga apagar desavenças e acusações e, quanto possível, transforma-te no ponto terminal de qualquer processo de incompreensão, capaz de degenerar em perturbação ou loucura. 
Onde estiveres, abençoa. Naquilo que penses, mentaliza o melhor. No que digas, harmoniza os outros quanto possas. No que faças, constrói sempre para o bem geral. 
Nunca nos esqueçamos de que o Príncipe da Paz, na Terra, nasceu em clima de decepções, viveu através de hostilidades permanentes, serviu entre adversários gratuitos e selou o próprio trabalho sob a vitória aparente dos perseguidores; mas, supostamente vencido, o Cristo de Deus, de século e século, cada vez mais intensamente, é o fiador da concórdia entre as nações, erguendo-se por doador de paz genuína ao mundo inteiro. 

(Obra: Caminhos de Volta - Chico Xavier/Emmanuel)


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Por isso mesmo, onde estivermos, sejamos nós os bombeiros de Deus. 

(Obra: Caminhos de Volta - Chico Xavier/Emmanuel)


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AVE MARIA
Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
 
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PAI NOSSO
Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
 
JESUS

quarta-feira, 24 de maio de 2017


A ESPADA SIMBÓLICA

 “Não cuideis que vim trazer a paz à Terra; não vim trazer a paz, mas a espada.” — Jesus. (MATEUS, capítulo 10, versículo 34.)

Inúmeros leitores do Evangelho perturbam-se ante essas afirmativas do Mestre Divino, porqüanto o conceito de paz, entre os homens, desde muitos séculos foi visceralmente viciado. Na expressão comum, ter paz significa haver atingido garantias exteriores, dentro das quais possa o corpo vegetar sem cuidados, rodeando-se o homem de servidores, apodrecendo na ociosidade e ausentando-se dos movimentos da vida. Jesus não poderia endossar tranqüilidade desse jaez, e, em contraposição ao falso princípio estabelecido no mundo, trouxe consigo a luta regeneradora, a espada simbólica do conhecimento interior pela revelação divina, a fim de que o homem inicie a batalha do aperfeiçoamento em si mesmo. O Mestre veio instalar o combate da redenção sobre a Terra. Desde o seu ensinamento primeiro, foi formada a frente da batalha sem sangue, destinada à iluminação do caminho humano. E Ele mesmo foi o primeiro a inaugurar o testemunho pelos sacrifícios supremos.
Há quase vinte séculos vive a Terra sob esses impulsos renovadores, e ai daqueles que dormem, estranhos ao processo santificante! Buscar a mentirosa paz da ociosidade é desviar-se da luz, fugindo à vida e precipitando a morte. No entanto, Jesus é também chamado o Príncipe da Paz. Sim, na verdade o Cristo trouxe ao mundo a espada renovadora da guerra contra o mal, constituindo em si mesmo a divina fonte de repouso aos corações que se unem ao seu amor; esses, nas mais perigosas situações da Terra, encontram, nEle, a serenidade inalterável. É que Jesus começou o combate de salvação para a Humanidade, representando, ao mesmo tempo, o sustentáculo da paz sublime para todos os homens bons e sinceros.

(Obra: Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier/Emmanuel)


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Jesus, todavia, falou à alma imortal. Por esse motivo, suas revelações nunca morrem. Além disso provou não ser necessária a evidência social ou econômica para o serviço de utilidade a Deus, demonstrando, ainda, não ser para isso indispensável a cidade com as arregimentações e recursos faustosos. Bastarão os princípios edificantes e simples, uma aldeota sem nome e alguns poucos amigos.

(Obra: Caminho, Verdade e Vida - Chico Xavier/Emmanuel)


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AVE MARIA
Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
 
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PAI NOSSO
Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
 
JESUS

terça-feira, 23 de maio de 2017

NA DIFICULDADE
 
"E, vendo-os em dificuldade a remar, porque o vento lhes era contrário,  por
 volta da quarta vigília da noite, veio ter com eles, andando por sobre o mar... "
- Marcos, cap. 6 - v. 48
  
Jesus foi ao encontro dos companheiros no justo momento da dificuldade, quando
"o vento lhes era contrário"...
E, para tanto, na bela narrativa, não hesitou em andar sobre as águas do mar !
O Mestre, a fim de socorrer-nos na prova, transpõe os mais profundos abismos.
Não nos esqueçamos,  no entanto,  de detalhe importante nas anotações  do
Evangelista: os discípulos estavam a remar !
Não estavam eles inoperantes, aguardando que todo socorro lhes viesse do Alto
nem, tampouco, revoltados, maldizendo as adversidades.
Muitos, diante das lutas que enfrentam, chegam a pensar que não suportarão...
- Ah, desistirei, porque vou sucumbir mesmo ! - exclama um deles.
- Estou cansado de esperar pela intercessão que não vem ! - lamenta outro.
- Tenho orado inutilmente ! - blasfema mais um.
Quando nenhuma providência evidente estiver sendo tomada pelo Céu,  em
auxílio ao crente em apuros na Terra, é porque o Senhor considera que, no
momento, o melhor já está sendo feito.
Ou, talvez, esteja faltando da parte de quem se encontra quase a naufragar  o
esforço de continuar remando, para que, com base em sua própria iniciativa de
salvação, as Leis da Vida providenciem colocá-lo completamente a salva e em
segurança.
 
(Obra: Saúde Mental À Luz do Evangelho - (Carlos A.Baccelli/Inácio Ferreira)
 
 
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Lembremo-nos de que as Leis Divinas, através dos processos de ação visível e invisível da natureza, a todos nos tratam em bases de equilíbrio, entregando-nos a elas, entre as necessidade do aperfeiçoamento e os desafios do progresso, com a lógica de quem sabe que tensão não substitui esforço construtivo, ante os problemas naturais do caminho. E façamos isso, não apenas por amor aos que nos cercam, mas também a fim de proteger-nos contra a hora da ansiedade que nasce e cresce de nossa invigilância para asfixiar-nos a alma ou arrasar-nos o tempo sem qualquer razão de ser.
 
(Obra: Encontro Marcado - Chico Xavier/Emmanuel)
 
 
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AVE MARIA
Ave Maria cheia de graça, o Senhor é convosco, bendita sois vós entre as mulheres e bendito é o fruto do vosso ventre Jesus.
Santa Maria, Mãe de Jesus, rogai por nós, pecadores, agora e na hora de nossa morte. Amém.
 
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PAI NOSSO
Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o Vosso Nome, venha a nós o Vosso reino, seja feita a Vossa vontade, assim na terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai-nos as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido, e não nos deixeis cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.
 
JESUS